6- O Sublime revisitado

A pintura de Barnett Newman como Sublime revisitado de Heráclito e Longino numa modernidade em campo de cor – a baralhar os críticos americanos, chocando Plotino com Longino e chamando Nietzsche à baila.

. Nós estamo-nos a libertar dos impedimentos da memória, associação, nostalgia, lenda, mito, ou o que quer que tenham sido os dispositivos da pintura Europeia Ocidental. Em vez de fazer aparecer catedrais de Cristo, homem, ou “vida”, nós estamos a fazer saí-lo dos nossos próprios sentimentos. A imagem que produzimos é a auto-evidência de uma revelação, real e concreta, que pode ser entendida por quem quer que olhe para ela sem os nostálgicos óculos da história

Barnett Newman, The Sublime Is Now,” 1948

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